14/09-17/09/2017

ADRIANA SÁ[PT] E JOHN KLIMA[EUA]

AGITAR AS ÁGUAS PARA MELHOR VER O FUNDO

Lisboa Soa encontro de arte sonora, urbanismo e cultura auditiva

ADRIANA SÁ[PT] e JOHN KLIMA[EUA]
AGITAR AS ÁGUAS PARA MELHOR VER O FUNDO

 

> Como intervir na beleza natural de uma caverna com água? O título desta instalação é emprestado dum livro de poesia Zen. O espaço é agora reactivo, como o corpo dum instrumento. Ao produzir sombra sobre sensores de luz, as pessoas activam pequenas bolas que mergulham na água, produzindo anéis concêntricos que se intersectam. Esta agitação conduz o movimento de tigelas metálicas flutuantes, que contem outras bolas, de vidro e metal. Quanto maior a tigela, maior o ciclo sonoro produzido pela bola rolante. A orquestração emerge enquanto se escuta a relação entre objectos, espaço, água e sombras. Devagar, com tempo para o silêncio. <

 

BIO

ADRIANA SÁ

> É uma artista transdisciplinar, performer, música e compositora. Projetar e construir a instrumentação é parte de seu processo criativo. Por quase duas décadas, Sá usou tecnologias de sensores para explorar a música ligada à luz, ao espaço, ao movimento, à arquitetura, ao clima e ao contexto social; Os seus instrumentos de escala arquitectural combinam componentes analógicos e digitais. Atualmente, Adriana desenvolve pesquisa sobre desenho e composição de instrumentos audiovisuais. Ela vem esclarecendo insights artísticos com o auxílio da pesquisa de cognição/atenção e desenvolvendo software de áudio-visual 3D que opera com base na detecção de pitch a partir de uma entrada personalizada de cítara. <

 

WEBSITE

www.adrianasa.planetaclix.pt/overview.htm

 

JOHN KLIMA

Desenvolve trabalhos artísticos com uma variedade de tecnologias, utilizando elementos electrónicos, hardware e software. Explora ligações entre o virtual e o real, criando instalações electro-mecânicas com software de jogos 3D, que programa de raíz. Os seus trabalhos foram expostos nos EUA, Europa e Asia. Nos EUA expôs na galeria Postmasters, no DeCordova Museum, no Whitney Museum of American Art, na Whitney Biennial, no Eyebeam, no New Museum of Contemporary Art, PS.1, e no Brooklyn Museum of Art. Na Europa expôs no Museo Extremeño e Iberoamericano de Arte Contemporáneo (Espanha) e no Museum for Communication (Suiça). Na Asia expôs no NTT InterCommunication Center (Japão), no Daejeon Municipal Museum (Koreia). Os seus trabalhos foram adquiridos por coleccionadores privados e por museus. É mencionado em vários livros como pioneiro das artes media digitais. O seu trabalho mais recente foca-se no som e na música. Fundou o “Scratchbuilt Studios” em Lisboa, onde tem gravado inúmeros projectos musicais e experimentais.  <

 

WEBSITE

www.cityarts.com

ORGANIZAÇÃO

APOIO

Lisboa Soa encontro de arte sonora, urbanismo e cultura auditiva