performances

Exposição é viver num sistema. Exposição a vibrações. Exposição a partículas vibrantes.  

Expomos a nossa atmosfera ao aumento de emissões, expomo-nos a nós.  

Já não é sobre um futuro apocalíptico, é o presente. 

Uma voz estranha conta um pouco da história, em pedaços escolhidos por um gerador aleatório  

– criando, repetindo, mudando, recriando. Sons de vários tempos e lugares sob eventos  

de medida catastrófica – um terramoto, um tsunami, um incêndio, uma extinção, uma fusão,  

um cancelamento, um silenciamento, uma tempestade solar.  

Complexidade e interconexão, como uma composição ou ecologia. 

 

 

Maile Colbert é uma artista intermediainvestigadora e educadora com foco em time-based media. 

Atualmente é doutoranda em estudos artísticos com ênfase em estudos do som, desenho de som  

cinematográfico e a sua relação com a ecologia de paisagem sonora na Universidade Nova de Lisboa, 

Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, através da Fundação para a Ciência e a Tecnologia. 

A sua prática atual e projeto de pesquisa é intitulado, Wayback Sound Machine: Som através do tempo,  

espaço, e lugar (http://www.mailecolbert.com/proj-wayback.html), e questiona o que poderíamos alcançar 

ao fazer soar o passado. 

É colaboradora da organização artística Binaural (www.binauralmedia.org), membro do CineLab, 

Laboratório de pesquisa do IFILNOVA para cinema e filosofia (www.fcsh.unl.pt), editora e autora do  

Sonic Field (http://sonicfield.org/author/mailecolbert/). Ela exibiu e atuou globalmente. 

 

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Exposure is to live in a system. Exposure to vibrations. Exposure to vibrating particles.  

We expose our atmosphere to increased emissions, and it thins and thickens in all  

the wrong ways, exposing us in turn. This is no longer about a future apocalyptic.  

Expōnēre is the present imperative, and passive… in a language from the past.  

It is about survival. It’s about hanging on, to something, even in limbo. 

An uncanny voice tells a bit of the story, in pieces chosen from a random generator⋯creating 

repeating, shifting, recreating. Sounds from archives of various times and places do the same,  

all under events of catastrophic measure⋯an earthquake, a tsunami, a fire, an extinction,  

a meltdown, a cancellation, a silencing, a sun storm.  

Complexity and interconnection, like a composition or ecology. 

 

 

Maile Colbert is  an  intermedia  artist, researcher, and educator with a focus on time-based media.  

She is currently a PhD Research Fellow in Artistic Studies with a concentration on Sound Studies,  

cinematic sound design, and its relationship with soundscape ecology at the Universidade Nova de Lisboa,  

Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, through the Fundação para a Ciência e a Tecnologia.  

\Her current practice and research project is titled, Wayback Sound Machine: Sound through time, space,  

and place (http://www.mailecolbert.com/proj-wayback.html), and asks what we might gather from sounding the past.  

She is a collaborator with the art organization Binaural (www.binauralmedia.org), a member of CineLab 

IFILNOVA’s research lab for cinema and philosophy (www.fcsh.unl.pt), and is an editor and author at Sonic Field  

(http://sonicfield.org/author/mailecolbert/). She has exhibited, screened, and performed globally.