performances

Carlos Henrich e Vincent Martial criam uma entidade de esculturas sonoras,

um tecido de matéria e movimentos, de sonoridades inspiradas e inspiradoras,

um conjunto orgânico e tecnológico, imponente e sutil.

Após a instalação, músicos e máquinas entram em osmose por um tempo prolongado,

mas delimitado. Uma performance com esculturas sonoras parcialmente robotizadas

com as quais Martial e Henrich irão interagir musicalmente.

Artista, músico, compositor, Vincent Martial centra o seu trabalho em som,

imagem e movimento, bem como experimentação para criar formas transmissivas.

Martial interessa-se pelo som e movimento criado ao vivo dentro de performances cénicas,

bem como no ambiente sonoro, na atenção que lhe damos e no seu uso

dentro do domínio artístico. Grande parte do seu trabalho consiste em criar dispositivos

que sirvam de molduras para performances, instalações ou exposições.

Os Seus trabalhos foram apresentados na Europa, Ásia, América do Norte e Central,

em locais como a Tate Modern London, Guggenheim New York, Centro Cultural de Belém (Lisboa),

Teatro Romano (Museu Arqueológico de Lisboa), Césaré CNCM, O Cubo, A Comédia de Reims,

TJP Estrasburgo, TNG Lyon, Múltiplos Place, L’Aeronef, Festival Big Bang e Jazzmandu, entre outros.

O seu trabalho Pipe-Koto #2 pertence agora à coleção Tate Modern.

É também compositor de companhias de teatro, marionetes e dança

como L’Ateuchus Succursale101, Naforo-ba, Théâtre de Estrague.

Foi produzido e colaborou com artistas como: Tarek Atoui, Hélène Breschand,

Thierry Madiot, Carlos Henrich, Ute Kanngiesser, Eric Pailhe, Gustavo Costa, Sérgio Dias,

Uriel Barthelemi, Pharonon Phonamnuai, Olivier Lété, David Aknin, Alexandre Levy, Richard Turregano,

Leão Maurel, Travis Diruzza, Bain Champoowong, Sérgio Sasso, Fernando Arce,

Eiju Kawasaki, Sylvia Cimino e Cesar Alvarado, entre outros.

Brasileiro e Alemão, Carlos Henrich nasce em 1965 em Baden, Suiça.

Desde 1966 vive em São Paulo. Entre 1982 e 1985 frequenta o curso de Ferramentaria Mecânica

com especialização em moldes de injecção plástica em Durlach, Alemanha.

Entre 1985 e 1990 realiza o curso de Pintura e Escultura com o Professor Rainer Küchenmeister

na Staatliche Akademie der Bildenden Künste, Karlsruhe, Alemanha.

Paralelamente desenvolve trabalhos em pedreiras de mármore em Évora e Vila Viçosa, Portugal. 

Em 1988 recebe o grau de “Aluno Mestre” em pintura na Academia de Belas Artes de Karlsruhe.

Desde 1990 vive e trabalha em Lisboa, Portugal.

É representado pela gAD- galeria Antiks Design, em Lisboa, de 1993 a 2012.

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Carlos Henrich and Vincent Martial create an entity of sound sculptures, a weave of matter

and movements, of inspired and inspiring sonorities, an ensemble both organic and technologic, imposing

and subtile. After the installation, musicians and machines go into osmosis for an extended but delimited time.

A performance composed of partly robotized sound sculptures with which they interact musically.

Artist, musician, composer, Vincent Martial centers his work on sound, image and movement

as well as experimentation to create transmissive forms.

He is interested on the sound and movement created live within scenic performances,

as well as on the sound environment, the attention that we give to it and its use

within the artistic domaine. Big part of his work consists of creating devices that serve

as frames for performances, installations, shows or expositions.

His works have been presented in Europe, Asia, North and Central America, in venues

such as Tate Modern London, Guggenheim New York, Centro Cultural de Belén (Lisbon),

Teatro Romano (Archeological Museum of Lisbon), Césaré CNCM, le Cube,

La Comédie de Reims, TJP Strasbourg, TNG Lyon, Lieu Multiple, l’Aeronef,

Festival Big Bang and Jazzmandu, among others.

His work Pipe-Koto #2 belongs now to the Tate Modern collection.

He is also composer for theater, puppet and dance companies such as L’Ateuchus Succursale101,

Naforo-ba, Théâtre de l’estrade. He has been produced and has collaborated with artists such as

Tarek Atoui, Hélène Breschand, Thierry Madiot, Carlos Henrich, Ute Kanngiesser, Eric Pailhé,

Gustavo Costa, Sergio Dias, Uriel Barthelemi, Pharadon Phonamnuai, Olivier Lété, David Aknin,

Alexandre Levy, Richard Turregano, Leo Maurel, Travis Diruzza, Bain Champoowong, Sergio Sasso,

Fernando Arce, Eiju Kawasaki, Sylvia Cimino and Cesar Alvarado, among others.

Carlos Henrich is an artist of double nationality (Brazilian-German) currently based in Lisbon (Portugal).

Henrich was born in 1965 in Baden (Switzerland) and lived in São Paulo (Brazil) from 1966 to 1982.

He attended the course in Mechanical Process Engineering with specialization in Plastic Injection Molding

in Durlach (Germany) between 1982 and 1985. He was a student of Painting and Sculpture

under the tutorship of Prof. Rainer Küchenmeister at the Staatliche Akademie der Bildenden Künste

in Karlsruhe (Germany) from 1985 to 1990 and at the same time developed marble sculptural works

in Vila Viçosa and Évora (Portugal). He received the Meister Schüler degree in Painting from

the Art Academy of Karlsruhe (Germany) in 1988 and from 1993 to 2012 was represented

by the gallery gAD – galeria Antiks Design from Lisbon where he moved to in 1990.

Henrich’s work is part of private and public collections in Angola, Brazil, France,

Germany, Holland, Japan, Portugal, Spain and the USA.